Victor “Covarde”: o show à parte que o futevôlei precisava
No universo vibrante do futevôlei, Victor Ginsburg, também conhecido como Victor Covarde, emergiu como uma das vozes mais marcantes e cativantes do esporte. Sua trajetória como narrador esportivo profissional é uma verdadeira inspiração, repleta de dedicação, estudo e talento. Desde sua estreia na narração de futevôlei em 2020, ele tem transformado cada partida em um espetáculo para os espectadores, com seu estilo único e bordões inesquecíveis.
O início da jornada
Nascido no Rio de Janeiro, Victor sempre demonstrou uma paixão inata pelo esporte. Desde a infância, aventurava-se a narrar partidas de futebol de botão e a imitar grandes nomes da narração esportiva, como Galvão Bueno e José Carlos Araújo.
Antes de se consolidar como a voz do futevôlei, Victor – conhecido como “Covarde” – teve uma trajetória diversificada no mercado comercial, atuando como vendedor, estoquista e gerente. No entanto, sua paixão pela narração permaneceu latente ao longo dos anos.
Em 2007, deu o primeiro passo significativo em direção à sua vocação, cobrindo campeonatos amadores de futebol em sua região. Sua primeira experiência profissional ocorreu na Rádio Pop Rio, seguida por uma passagem pela FlaTV, onde narrou partidas das categorias de base e do NBB. No futebol profissional, acumulou experiência narrando competições de grande expressão, como Campeonato Carioca, Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e até Copa do Mundo.
O grande ponto de virada em sua carreira ocorreu em 2019, quando começou a ganhar mais notoriedade, culminando em sua transição para o futevôlei em 2020. A mudança foi impulsionada por oportunidades inesperadas, como o convite de Fábio “Barba”, da Revista Futevôlei, para narrar a Copa Minas, um torneio beneficente em Belo Horizonte. O evento contou com desafios entre ex-jogadores de futebol, como Mancini, Evanílson, Leandro Guerreiro e Lobinho, além de grandes nomes do futevôlei mineiro, como Blaublau, Barcelos, Goiano e Carne Seca. Essa experiência abriu portas para diversas outras narrações na capital mineira.
O encontro com Maurício Carvalho foi decisivo para sua ascensão. Reconhecendo seu talento, Maurício o convidou para narrar o Brasil Open, seu primeiro evento de nível nacional. A partir desse momento, Victor abraçou a oportunidade com entusiasmo, unindo sua técnica e paixão pelo futebol à energia das areias do futevôlei, consolidando-se como uma das principais vozes da modalidade.
Uma voz única no esporte
O que diferencia Victor Covarde é sua originalidade. Ele descreve o futevôlei como um jogo que combina adrenalina e estratégia. “O feminino é como um jogo de xadrez, mais pensado. Já o masculino é pura intensidade e força”, comenta Victor durante a entrevista no Podshark, episódio #71. Essa visão permite que ele ajuste seu tom e ritmo de narração de acordo com as nuances de cada partida, proporcionando uma experiência única aos espectadores.
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Os bordões que ecoam
O futevôlei sempre foi conhecido por seu estilo descontraído, mas Victor trouxe uma nova energia para o esporte com sua narração cheia de bordões marcantes e uma linguagem que traduz perfeitamente a vibe de “moleque” das quadras. Frases como “vagabundo”, “covarde”, “você não vale nada, cara”, ou os criativos apelidos para os jogadores “Ice Man” (Felipe), “Moleque ousadia” (Vitinho), “Leoa do Cerrado” (Lana), “Srta Smith” (Amanda), são apenas alguns exemplos do que faz sua narração se destacar.
Os bordões de Victor não são apenas frases; são marcas registradas que capturam o espírito do jogo e conectam os fãs ao espetáculo. Inspirados por momentos inusitados e pela energia do público, seus apelidos e expressões já se tornaram parte da cultura do futevôlei. “Os bordões nascem ali, no calor do momento. É algo que precisa estar alinhado com a emoção da partida”, ele explica na sua participação no Podcast “Peitada” EP#11.
O impacto de Victor no futevôlei
Victor conseguiu reinventar o sentido de palavras que, fora de contexto, poderiam soar ofensivas, mas que dentro do universo do futevôlei se transformam em brincadeiras que conectam público, atletas e narrador. A cada jogada, ele acrescenta um tom de emoção e espontaneidade que prende a atenção, mesmo em um esporte onde as partidas podem ser repetitivas.
Mais do que apenas narrar, Victor trouxe um novo olhar para o futevôlei. Ele conseguiu agregar entretenimento e transformar as transmissões em um verdadeiro espetáculo, algo essencial para um esporte nascido no Brasil que ainda busca a mesma visibilidade que outras modalidades possuem.
A emoção que ele transmite ao narrar cada lance, seja destacando um “pingo pra trás” com um grito de “covarde!”, ou um ataque certeiro de uma “malvada”, eleva o jogo para um outro nível, conquistando não apenas os fãs que já acompanhavam o esporte, mas também novos espectadores que se conectam com seu estilo único.
Com Victor, o futevôlei ganha mais do que um narrador; ganha um contador de histórias, que entende a essência do esporte e transforma cada jogada em uma experiência inesquecível.
Reconhecimento
Sua narração única rapidamente atraiu a atenção de grandes nomes do esporte, incluindo Galvão Bueno. Durante a gravação piloto do reality Craque da Voz, disponível na Globoplay, Victor teve a oportunidade de participar e recebeu o reconhecimento do icônico narrador. “Ouvir o Galvão falar sobre o meu trabalho foi emocionante”, relembra Victor em sua entrevista no Podshark, episódio #71.
Após se aprofundar no universo do futevôlei, seu maior sonho era narrar o TAFC, um desejo que se concretizou em pouco tempo, em 2022, levado novamente pelo amigo Mauricio Carvalho. Sua habilidade também foi reconhecida pela Cazé TV, onde o próprio Cazé reagiu de forma positiva às suas narrações. No entanto, um dos maiores sonhos de Victor ainda está por vir: narrar para a maior emissora do país, a Globo. Certamente, quem acompanha e conhece o trabalho de Victor sabe que ele está cada vez mais perto de alcançar esse objetivo. Seu talento, dedicação e paixão pelo esporte indicam que o futuro reserva grandes conquistas para ele.
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O futuro
Atualmente, Victor é narrador oficial da LBF (Liga Brasileira de Futevôlei) e presença fixa nas transmissões do TAFC e do CBFUT. Em 2025, ele também estará à frente das narrações de grandes torneios, como Brasil Open, LSK e GAIA, este último uma nova competição voltada ao futevôlei feminino.
Com uma carreira em constante ascensão, Victor é a prova de que talento, paixão e dedicação são capazes de transformar não apenas trajetórias individuais, mas também a história de um esporte. O futevôlei agradece.
Para 2025 e além, muitos projetos já estão em andamento, e é certo que Victor “Covarde” continuará deixando sua marca, seja no futevôlei, no futebol ou em qualquer modalidade que precise de genialidade, emoção e autenticidade.
E se, por acaso, você ouvir um vibrante “COVAAARDE” ecoando por aí, não tenha dúvidas: um grande lance acabou de ser narrado!
Grande parte deste artigo foi retirado dos podcast abaixo:




Parabéns pelo conteúdo, Victor Ginsburg, merece esse reconhecimento, vem fazendo um ótimo trabalho
Ele é um fenômeno na narração esportiva, principalmente no Futevôlei é uma pessoa excepcional, parabém irmão vc merece todo elogios do mundo foi um prazer te conhecer.
Ele é diferente! Entende do esporte e narra muito! Covaaaaarde
Parabéns pelo sucesso irmão!! Tmj voa
Amigo de infância, lembro-me quando o Vitor começou a colocar em prática seu sonho de narrador esportivo, seu pontapé inicial foi na Copa Sampaio de Futebol, campeonato amador no bairro onde moramos. E não parou por aí, depois recebeu um convite de um outro amigo de infância nosso do bairro pra apresentar e narrar a liga da Zona Norte, campeonato de fut7 amador. E não ia demorar muito pro homem estourar, e fico muito orgulhoso de você ser hoje a Voz do Futevôlei irmão, desejo muito sucesso na sua caminhada, o céu é o limite.
Nossa, fiquei emocionado e sem palavras!
Gratidão pela matéria… Seguimos em busco dos sonhos e levando a emoção a cada lance.
Ativa o modo “#Covarde”, que a emoção é comigo!
Sim ele é o maior narrador,sou suspeita de falar, mais ele sempre sonhou ser narrador,ele é meu orgulho. Agradeço de coração esse reconhecimento pois ele merece.